Em busca do “podrão encantado”

fast-food

Vou confessar uma coisa para vocês: adoro comida de rua! E comida de rua eu chamo carinhosamente de “podrão” (cariocas chamam assim, né?!?). Não o faço para desmerecer a comida, mas é que geralmente é fast-food e como nem todo fast-food não é muito bom para a dieta, até que o nome carinhoso combina. Explicações à parte, eu realmente gosto de fast-food, do qual separo um dia na semana para “degustá-lo”, porque não dá para comer fast-food todo dia né?!? Pensando neste tema, começarei a postar aqui alguns dos lugares que comi e aprovei (ou não) durante a semana.

Acredito que cada cidade tenha seus quitutes específicos, assim como cada bairro; e minha intenção é desbravar, primeiramente, um pouco destes quitutes da região onde moro, afinal, cada região tem suas particularidades e a culinária reflete muito isso. E foi assim que surgiu esta ideia de comentar e indicar os lugares legais para se comer um podrão, porque nem só de restaurante vive o ser humano. Mas já adianto que sou um pouco chata com o quesito limpeza, então tentarei manter esse padrão de limpeza em dia (eu sei que comida de rua é gostosa, tem um tempero diferente, mas tudo tem limites). O que não tem muito limite é o meu olho grande!

Quando digo “podrão” não quer dizer que sejam apenas as carrocinha/barraquinhas de rua; pode ser food truck, comida de bar, e toda sorte de lugares pequenos, sem muita frescura, com quitutes e iguarias deliciosas e do tipo…tem que provar; até porque o fenômeno dos food trucks ainda não chegaram com força total ao Rio.Você até os encontra, mas em sua maioria na zona sul ou em grandes eventos. E para falar a verdade, alguns dos food trucks em que já comi, não achei nada demais! Muitos até com fama de serem MARAVILHOSOS e de grandes só tinham mesmo o preço, porque o sabor da comida…estou procurando até hoje! Acho até bom que esse lance de food truck não tenha pegado, porque a partir do momento que decidem vender podrão em food truck, parece que algum fenômeno paranormal se apossa do corpo de seus respectivos funcionários e a partir daí o “raio gourmetizador” começa a ser colocado em prática tornando uma simples tapioca algo extremamente requintado, caro e sem-graça, ou seja, tirou toda a graça dela.

Portanto quem souber de algum lugar legal com um podrão “inesquecível”, comenta aqui no blog, que irei prová-lo! Aguardem os próximos posts que agente se encontra nos “podrões da vida”…Bye

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Um comentário sobre “Em busca do “podrão encantado”

  1. Michelly A Sudario 21 de outubro de 2016 / 12:25

    Hummm… super adoro comidas de rua, o cachorro quente na Praia Vermelha é muito bom. No caso de bares em geral, a patanisca (bolinho de bacalhau) do Pavão Azul- Copacabana é divino.

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