NY Fashion Tour 2017

NYFT4

Oi gente linda!!!! Como é bom poder conversar com vocês por aqui. Hoje eu vim contar para vocês sobre algumas novidades que rolaram em minha vida durante a NY Fashion week. Para começar, gostaria de dizer que eu sou uma profissional que investe em conhecimento porque para mim conhecimento nunca é demais independente da área de atuação. E não foi diferente aqui; resolvi investir em uma experiência super gratificante e que me transformou em uma profissional mais completa e segura. Acompanhem-me que conto tudinho…

Para quem não me acompanhou pelo instagram (me segue lá gente!) eu fui para NY em setembro para participar do NY Fashion Tour. O que seria o NY Fashion Tour? O NYFT é um misto de curso e imersão sobre o universo da moda, comportamento, tendências e mercado durante a semana de moda de NY, tudo isso acompanhado pelas queridas Silvia Scigliano e Marcia Crivorot, que são super experts neste universo. O NYFT mistura tanto a parte teórica, com aulas ministradas por Marcia e Silvia e alguns convidados no FIT (Fashion Institute of Technology) como também a parte prática: vivenciando o trabalho no backstage da NY Fashion week e visitando lojas, museus, exposições, bureaus de tendências e tours por bairros e galerias em NY.

O legal desta experiência é que ela ajuda a mensurar o quão grande é a indústria da Moda e como há uma logística por trás de cada semana de moda para que tudo dê certo e consiga reverter em valores todo o gasto que uma semana de Moda (como a de NY) gera. Aqui conseguimos ver todo o estudo por trás de cada passo desta indústria que reflete muito do nosso dia a dia, principalmente a nível de comportamento, não só de tendências como muitos leigos pensam.

NYFT12

As aulas teóricas são muito produtivas e conseguem seguir uma metodologia muito didática e fácil de ser compreendida porque mostra o passo a passo de uma tendência, desde a ideia em si até a mesma ser reproduzida em forma de indumentária. Isso, para mim e acredito que para todas as pessoas que realmente se interessam pela indústria da Moda, é algo MUITO interessante e até revelador, porque você começa a abrir sua visão para tudo àquilo que te rodeia. Além disso tive a oportunidade de visitar o bureau de tendência chamado “Fashion snoops” e tive uma explicação super detalhada de como funciona uma pesquisa de tendência (que a propósito é sempre feita com 2 anos de antecedência do lançamento da mesma). A cada dia do curso (que é bem puxado, viu!) aprendi mais e me aperfeiçoei um pouquinho mais.

Para os mais entusiasmados com os desfiles da NY Fashion week, a experiência de poder ser uma dresser (a pessoa que veste as roupas do desfile nas modelos) ajuda não só a desmistificar todo o glamour que relacionamos às semanas de Moda, como a entender que trata-se de um negócio e como tal, temos que fazer bem feito para conseguir transformar toda a contemplação dos convidados durante o desfile em valores palpáveis para as respectivas marcas, afinal de contas, o gasto gerado com uma semana de moda é altíssimo. Vale ressaltar também que ser uma dresser é uma experiência única! Imagina poder ver e tocar nas roupas, sapatos e acessórios antes de TODO o resto do universo: nada mal não é mesmo?

Para mim, que sou Consultora de Imagem, esta experiência foi muito importante. Me ajudou muito a entender o outro lado desta indústria e a oferecer meu trabalho mais completo aos clientes, já que aprendi a “observar” com outros olhos cada detalhe e inclusive fiquei por dentro das próximas tendências da Moda e das novas formas de consumo, muito mais conscientes com a nossa nova realidade. Além disso, conheci pessoas maravilhosas e fiz amizades que quero guardar para a vida!

Voltei para o Brasil transbordando conhecimento, cheia de novidades e com muitos planos para pôr em prática nesta etapa da minha carreira. Só tenho a agradecer às queridas Silvia e Marcia e à todos que conheci neste curso maravilhoso. Hoje sou outra profissional, muito mais sagaz e assertiva.

Bem gente linda, fiquem ligados que em breve postarei mais sobre todo este período da NY Fashion Week e dicas de NY. Por hoje é só, e vocês, já tiveram alguma experiência incrível em suas vidas? Escrevam aqui nos comentários, vou adorar ficar por dentro! Não esqueçam de se inscrever no blog para ficar por dentro das novidades, promoções e de tudo o que acontece nesse meu universo. Um beijo fashion cheio de glamour em todos vocês e até breve…

 

 

O poder da imagem

image1

Há quem pense que imagem não é tudo nesta vida, será mesmo? Eu como consultora de imagem digo que em partes esta afirmação está correta; realmente imagem não é TUDO, mas é responsável por muita mensagem subliminar que passamos. Temos que ter sempre em mente que não é somente a boca que fala; o nosso corpo todo “fala” sem precisar usar uma palavra sequer. Portanto, a mensagem foi passada, mas será que a mensagem que você passa está de acordo com a sua imagem ou a image que as pessoas captam de você mesma? Nem sempre!

Hoje, vivemos em mundo em constante modificação. A cada dia somos literalmente bombardeados com uma enxurrada de imagens carregadas de mensagem por trás. Vivemos na era da imagem e das redes sociais onde influenciadores digitais ditam tendências diárias e onde o conteúdo nem sempre é importante, mas a embalagem sim. Eu não vou entrar no mérito da discussão se isto é certo ou não, porque cada um sabe da sua realidade, mas cabe reforçar que diante de toda mudança, devemos nos manter fiéis às nossas crenças e flexíveis o suficiente para pegarmos algo de bom de cada novidade e adaptarmos a nossa vida cotidiana. Então se você acredita que imagem não é tudo e que o que vale é o conteúdo está correta, mas tenha em mente que para quem não conhece o conteúdo, a imagem sempre falará mais alto, principalmente no ambiente de trabalho!

Quem nunca comprou um produto porque achou a embalagem bonita e depois se decepcionou com o produto? Eu já fiz isso muitas vezes, me lembro até hoje de umas latas lindíssimas de biscoitos amanteigados que julguei serem deliciosos só pela beleza da lata e me decepcionei quando provei os biscoitinhos em questão e outra vez em que comprei um produto para cabelos porque me disseram que era ótimo mas que cismei que não serviria para mim só porque tinha uma embalagem tosca e no fim foi um verdadeiro milagre capilar!

A mesma coisa acontece conosco: julgamos tudo e a todos o tempo todo sem nem ao menos nos preocuparmos com o verdadeiro sentido ou valor do que fazemos. Realmente “imagem não é tudo”, mas ela pode sim, ser um fator determinante ou até mesmo de exclusão dependendo da sua realidade profissional; então antes de julgar, leia este post e reflita sobre a importância dela em sua vida. Não devemos pautar nossos julgamentos somente pela imagem, mas podemos sim adequar nossa imagem à mensagem que gostaríamos de passar.

Para ser CEO de uma indústria de beleza você contrataria uma pessoa com uma imagem desleixada? E se tivesse que contratar um advogado para a sua empresa ou até mesmo para você? Será que contrataria alguém que não tivesse muito apreço pela sua própria imagem? Você comeria a comida de um chef renomado se ele estivesse sujo? Agendaria uma consulta com um dentista se ele tivesse mau hálito e dentes podres? Acharia adequado se um juíz se referisse a você como “queridinho/queridinha ou tio/tia”? Se em uma loja você fosse atendida por uma vendedora grossa e mal educada você compraria algo?   Dentro de todas estas perguntas e situações, uma coisa está intimamente ligada: a imagem pessoal e profissional inadequada.

De acordo com um estudo realizado em 2006 pela Universidade de Princeton, nos EUA a primeira impressão é formada em fração de segundos baseada apenas em traços faciais e geralmente esse primeiro julgamento só será desfeito depois de muito tempo de contato e avaliação pessoal, o que significa que primeiramente somos julgados única e exclusivamente pela nossa imagem. A nossa imagem deve revelar nossas qualidades interiores e refletir nossa personalidade e isso independe da beleza e estética, pois cada um tem a sua própria beleza e a sua verdade interior, a grande sacada é justamente expor tudo o que você tem de melhor e adequar o que não está conversando entre si dentro da sua imagem. É exatamente aí que a consultoria de imagem trabalha; a consultoria faz uma “leitura” do seu “eu” a nível morfopsicológico (análise das formas, linhas e direções do rosto e corpo fazendo uma interpretação com base na biologia, fisiologia e na psicologia) e a nível estético tentando adequá-lo às suas necessidades para que você exponha ao mundo a melhor versão de si mesma.

Vale ressaltar que a imagem não está ligada à beleza em sua concepção estética, pois esta é muito subjetiva. A imagem é na verdade o reflexo da sua personalidade, é a leitura de quem você realmente é através das linhas, formas, cores, roupas e comportamento que existem em você. Toda imagem mesmo quando não é adequada, pode ser modificada para melhor ou pior de acordo com a necessidade. A imagem não representa 100% quem você é, mas é ela a responsável pela interpretação que as outras pessoas farão de você. Por isso é importante ter um apreço pela sua imagem pessoal, pois ela pode – mesmo sem intenção – influenciar negativamente no que pensamos sobre uma determinada pessoa.  Um advogado que se comporta de forma educada, transparece respeito e segurança e se veste de acordo com o seu ambiente profissional, transmite uma mensagem positiva, mesmo que ele não seja um advogado tão bom; mas a imagem passada é de assertividade! Portanto, mesmo sabendo que imagem NÃO é tudo, reflita antes de formar a sua porque ela é responsável por MUITA COISA!

Espero que tenham gostado deste post e que tenha feito vocês refletirem um pouquinho sobre este tema que muitos julgam ser irrelevante, mas que é de suma importância nos dias atuais. Se gostaram deste post, deixem um like/curtida e inscrevam-se no blog para ficar por dentro das novidades do meu mundo. Aproveite e deixe seu comentário sobre o tema, vou adorar saber o que você pensa.  Um beijo enorme e muita luz…